18 fevereiro 2019

Reflexão


Deus concedeu-me
serenidade para aceitar
as coisas que não posso mudar,
coragem para mudar
aquilo que consigo
e discernimento
para perceber  a diferença.

William James

16 fevereiro 2019

6º Domingo do Tempo Comum

A Palavra de Deus que nos é proposta neste domingo leva-nos a refletir sobre o protagonismo que Deus e as suas propostas têm na nossa existência. 
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A segunda leitura, falando da nossa ressurreição – consequência da ressurreição de Cristo –, sugere que a nossa vida não pode ser lida exclusivamente à luz dos critérios deste mundo: ela atinge o seu sentido pleno e total quando, pela ressurreição, desabrocharmos para o Homem Novo. Ora, isso só acontecerá se não nos conformarmos com a lógica deste mundo, mas apontarmos a nossa existência para Deus e para a vida plena que Ele tem para nós. 
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O Evangelho proclama “felizes” esses que constroem a sua vida à luz dos valores propostos por Deus e infelizes os que preferem o egoísmo, o orgulho e a autossuficiência. Sugere que os preferidos de Deus são os que vivem na simplicidade, na humildade e na debilidade, mesmo que, à luz dos critérios do mundo, eles sejam desgraçados, marginais, incapazes de fazer ouvir a sua voz diante do trono dos poderosos que presidem aos destinos do mundo. 


1 Coríntios 15, 12.16-20 
Irmãos: 
Se pregamos que Cristo ressuscitou dos mortos, 
porque dizem alguns no meio de vós 
que não há ressurreição dos mortos? 
Se os mortos não ressuscitam, 
também Cristo não ressuscitou. 
E se Cristo não ressuscitou, 
é vã a vossa fé, ainda estais nos vossos pecados; 
e assim, os que morreram em Cristo pereceram também. 
Se é só para a vida presente 
que temos posta em Cristo a nossa esperança, 
somos os mais miseráveis de todos os homens. 
Mas não. 
Cristo ressuscitou dos mortos, 
como primícias dos que morreram. 



Salmo 1 
Refrão: Feliz o homem que pôs a sua esperança no Senhor. 

Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios, 
nem se detém no caminho dos pecadores, 
mas antes se compraz na lei do Senhor, 
e nela medita dia e noite. 

É como árvore plantada à beira das águas: 
dá fruto a seu tempo e sua folhagem não murcha. 
Tudo quanto fizer será bem sucedido. 

Bem diferente é a sorte dos ímpios: 
são como palha que o vento leva. 
O Senhor vela pelo caminho dos justos, 
mas o caminho dos pecadores leva à perdição. 



Evangelho de Lucas 6, 17.20-26 
(As Bem-Aventuranças) 
Naquele tempo, 
Jesus desceu do monte, na companhia dos Apóstolos, 
e deteve-Se num sítio plano, 
com numerosos discípulos e uma grande multidão 
de toda a Judeia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e Sidónia. 
Erguendo então os olhos para os discípulos, disse: 
Bem-aventurados vós, os pobres, 
porque é vosso o reino de Deus. 
Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, 
porque sereis saciados. 
Bem-aventurados vós, que agora chorais, 
porque haveis de rir. 
Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, 
quando vos rejeitarem e insultarem 
e prescreverem o vosso nome como infame, 
por causa do Filho do homem. 
Alegrai-vos e exultai nesse dia, 
porque é grande no Céu a vossa recompensa. 
Era assim que os seus antepassados tratavam os profetas. 
Mas ai de vós, os ricos, 
porque já recebestes a vossa consolação. 
Ai de vós, que agora estais saciados, 
porque haveis de ter fome. 
Ai de vós, que rides agora, 
porque haveis de entristecer-vos e chorar. 
Ai de vós, quando todos os homens vos elogiarem. 
Era assim que os seus antepassados 
tratavam os falsos profetas. 

Palavras para o caminho...

Levar para as nossas vidas as palavras de felicidade escutadas neste domingo e transformá-las em atitudes de alegria e de encontro com os outros, transmitindo felicidade àqueles que vivem infelizes ao nosso lado… Fazer com que a vida da próxima semana tenha muitos momentos de alegria e de felicidade… que só o serão se partilhados e sentidos com o próximo, a começar pelos que estão na minha casa, no meu trabalho, na minha escola, na minha comunidade, na minha paróquia… 


Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime


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