A minha partilha deste fim de semana:
Para que vivemos? Qual o sentido da nossa vida? Como devemos marcar a nossa passagem pela terra? Que “obras” devemos fazer? A Palavra de Deus do 5.º Domingo do Tempo Comum propõe-nos respostas para estas questões. Desafia-nos a ser “luz” que brilha e que ilumina o mundo com as cores de Deus.
No Evangelho, Jesus recorre a duas metáforas para definir os contornos da missão que vai confiar aos seus discípulos. Os que integram a comunidade do Reino de Deus devem ser “sal da terra” e “luz do mundo”. Com as suas “boas obras”, os discípulos de Jesus devem “dar sabor” à vida e fazer desaparecer as sombras que trazem sofrimento à vida dos seus irmãos.
Isaías 58, 7-10
Salmo 111 (112)
Coríntios 2, 1-5
Evangelho de Mateus 5, 13-16
Salmo 111 (112)
Brilha aos homens retos, como luz nas trevas,
Ditoso o homem que se compadece e empresta
e dispõe das suas coisas com justiça.
Mensagem
Vivendo como “sal da terra” e “luz do mundo”, os discípulos de Jesus serão fermento de uma nova humanidade. Com as suas “boas obras”, anunciarão o mundo que há-de vir, o mundo de Deus, esse mundo novo de vida e de felicidade sem fim que espera todos aqueles que acolhem a salvação que Deus oferece.
Palavra para o caminho...
“Sal da terra”. As nossas vidas têm gosto? E que gosto? O gosto da partilha, do acolhimento, da misericórdia, da caridade, como nos convida Isaías? Têm o sabor de Cristo ressuscitado? Se sim, as nossas vidas terão gosto para nós mesmos e para os outros… tornar-se-ão “Luz diante dos homens”. Que assim seja em mais uma semana!
Desejo-vos um abençoado domingo.
Emília Simões
Imagens Google
