16 dezembro 2007

Feliz Natal - Terceiro Domingo de Advento


Hoje acendi a minha terceira vela de Advento!


Que ela ilumine de Esperança o meu coração, assim como de todos os meus amigos e familiares!


Que ela simbolize mais um passo em direcção à Grande Noite, em que mais uma vez e sem queixumes, o nosso Salvador está prestes a nascer de novo, simples, humilde, para vir ao nosso encontro e nos relembrar o quanto quer estar junto de nós, o quanto quer a união da humanidade, o quanto quer que com Ele, encontremos a PAZ e a transmitamos aos outros!


Um Santo Natal para todos!


09 dezembro 2007

Segundo Domingo do Advento


Já acendi a minha vela, neste segundo Domingo de Advento e sinto que o Grande Dia está prestes a chegar!

Sim, só já faltam duas semanas para o Grande Dia!

É Ele que me tem dado tudo o que tenho! É Ele que me ensina e encaminha em todos os momentos da minha vida!

Sem Ele a minha vida não faria qualquer sentido! É Ele a minha Força vital!
Estou ansiosa pela grande noite! Noite Branca, noite de Luz, em que o meu (nosso) Salvador chega, mais uma vez, de forma tão simples e humilde para me (nos) mostrar como devo ser e proceder!

Era tão bom que neste Natal, e nos outros dias também, houvesse uma reviravolta e, em vez de corrermos para as catedrais de consumo, gastar o que temos e não temos, nos encaminhássemos para a igreja mais próxima para festejar em comunidade o Seu Nascimento!

Sim, porque Ele é quem faz anos neste dia 25 de Dezembro! A Ele deveríamos dar todas as nossas prendas, feitas de Amor, de Paz, de Alegria, de Agradecimento, por tudo o que nos deu e ensinou! Falo por mim que ainda não sou capaz de viver e ser ao Seu jeito!

Desejo para mim e, para quem porventura venha a ler estas minhas simples palavras, que consigamos nestas duas semanas que ainda faltam para celebrarmos o Grande Dia, iluminação para conseguirmos preparar o nosso coração e abri-lo para O acolher como só Ele merece!

02 dezembro 2007

Advento - Preparação da vinda do SENHOR


=='''[[Teologia]] do advento'''==
O Advento recorda a dimensão histórica da [[salvação]], evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no carácter [[missionário]] da vinda de Cristo.
Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor, Jesus, que de fato se [[Encarnação (religião)encarna]] e se torna presença [[salvaçãosalvífica]] na história, confirmando a promessa e a [[Aliança (Bíblia)aliança]] feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15).
O Advento recorda também o Deus da [[Apocalipse de São JoãoRevelação]]. Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos.
O carácter missionário do Advento se manifesta na [[igreja católicaIgreja]] pelo anúncio do [[Reino de DeusReino]] e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de [[João Baptista]] e [[Maria, mãe de JesusMaria]] são exemplos concretos da vida missionária de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.
A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referência e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

25 novembro 2007

De e para António Lobo Antunes


"De quem são estes passos? De uma pessoa que morou aqui antes de nós, de ti, de mim que não paro quieto para diante e para trás no corredor, à procura de não sei quê, a tentar desembaraçar-me de não sei quê, a pensar não sei em quê, com medo?........
.....Não me mintas, não me escondas nada, de quem são estes passos que se detêm à entrada da sala, me espiam, continuam?.......Ouvem-se solas de sapatos novos que parecem rãs de charco, uma respiração acho eu, de tempos a tempos um suspiro que se aproxima e afasta, esses sons da garganta que antecedem a fala e não falam, desistem, dão ideia de se ir embora e não se vão embora, não me deixam, de quem são estes passos? Se eu pudesse levantar-me da cama, vestir o roupão, ir ver. ......., se calhar é o sangue nos meus ouvidos, qualquer coisa em mim, uma peça sei lá, que se desregulou e cambaleia, se o médico me abrisse a barriga o que encontrava dentro?.....Trastes desemparelhados de cave? O meu passado a trouxe-mouxe, a professora de Inglês com óculos escuros, Verões na praia, as ondas à noite que não terminam nunca?......."

Excerto de "Crónica - Os Passos" de António Lobo Antunes, publicada na Revista Visão nº. 768, de 22. Nov. 2007

17 novembro 2007

Desafio

Já encontrei nalguns blogues amigos este Desafio... Chegou a minha vez de aderir! :)

1. Pegue num livro.
2. Abra na página 161.
3. Procure a 5ª frase completa na referida página.
4. Transcrever a frase no blogue. Tal como identificar o livro, o(a) autor(a) do mesmo.
5. Passar o desafio a cinco bloggers.

Vou fugir um bocadinho ao que é proposto, mas não resisto a transcrever a citação que encontrei no início do livro que abri na pág. 161:

"Nós somos visitantes neste planeta. Permanecemos cá noventa, cem anos no máximo. Durante esse período, devemos tentar fazer algo de bom, algo de útil com as nossas vidas.
Tentem estar em paz com vós próprios e ajudar os outros a partilhar essa paz. Se contribuírem para a felicidade dos outros, descobrirão o verdadeiro objectivo, o significado da vida.
- O Dalai Lama".

In "O Essencial da Espiritualidade - Autor: Roger Walsh"



12 novembro 2007

Pegadas na Areia


Uma noite eu tive um sonho.[


Sonhei que estava andando na praia com o Senhor

e através do Céu, passavam cenas da minha vida.


Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados

dois pares de pegadas na areia;

Um era meu e o outro do Senhor.


Quando a última cena da minha vida passou

diante de nós, olhei para trás, para as pegadas

na areia e notei que muitas vezes, no caminho da

minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.


Notei também, que isso aconteceu nos momentos

mais difíceis e angustiosos do meu viver.


Isso entristeceu-me deveras, e perguntei

então ao Senhor.

"- Senhor, Tu me disseste que, uma vez

que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre

comigo, todo o caminho mas, notei que

durante as maiores atribulações do meu viver

havia na areia dos caminhos da vida,

apenas um par de pegadas. Não compreendo

porque nas horas que mais necessitava de Ti,

tu me deixastes.


"O Senhor me respondeu:"- Meu precioso filho. Eu te amo e

jamais te deixaria nas horas da tua provação

e do teu sofrimento. Quando viste na areia, apenas um par

de pegadas, foi exactamente aí que EU,

nos braços...Te carreguei.


" De: Autor desconhecido"

26 outubro 2007

Às vezes queria fazer um poema...


Às vezes queria fazer um poema...
Escrever sobre o amor, o sol, a alegria...
Olho em meu redor e nada me inspira .

O amor, porque não me quer?
O sol, porque não brilha mais?
O sorriso porque se fechou?

Ouve-se ao longe o estrondo de uma bomba!
A tarde cai e a noite avizinha-se...
Os meus olhos fecham-se.
E tu foste-te embora!

(Em 20-10-2004)
Ailime

14 outubro 2007

Hino à Caridade


Ainda que eu fale a língua dos homens,

Se não tiver caridade, sou como o bronze que ressoa

Ou como o címbalo que tine.

Ainda que eu tenha o dom da profecia

E conheça todos os mistérios e toda a ciência,

Ainda que possua a fé em plenitude,

A ponto de transportar montanhas,

Se não tiver caridade, nada sou.

Ainda que distribua todos os meus bens em esmolas

E entregue o meu corpo a fim de ser queimado,

Se não tiver caridade, de nada me aproveita.

A caridade é paciente,

A caridade é benigna, não é invejosa;

A caridade não se ufana, não se ensoberbece,

Não é inconveniente, não procura o seu interesse,

Não se irrita, não suspeita mal,

Não se alegra com a injustiça, mas rejubila com a verdade.

Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

A caridade nunca acabará.

As profecias desaparecerão, as línguas cessarão e a ciência findará.

Porque a nossa ciência é imperfeita.

Mas quando vier o que é perfeito, o que é imperfeito será abolido.


No tempo em que eu era criança,

Falava como criança, raciocinava como criança;

Mas, quando me tornei homem, eliminei as coisas de criança.

Hoje vemos, como por um espelho, de maneira confusa,

Mas então veremos face a face.

Hoje conheço de maneira imperfeita:

Então conhecerei exactamente, como também sou conhecido.

Agora subsistem estas três coisas:

a , a esperança e a caridade;


Mas a maior delas é a CARIDADE.

(São Paulo, 1ª carta aos Coríntios, 13)