27 março 2016

Cristo Ressuscitou! Aleluia!

"E porque Cristo Ressuscitou, hoje celebramos um Deus Vivo, que vive para todo o sempre."


Hoje é dia de renascer! Hoje é dia de fazer a experiência de se deixar abraçar, sem medo, por este Deus Amor.

 ALELUIA!


Feliz Páscoa!


 Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime

25 março 2016

Sexta Feira da Paixão do Senhor

«É hora de noa na Terra»

"Por nosso amor, morreu o Senhor
Numa Cruz morreu o Senhor.
Recomendou dar a vida e a vida como irmãos
Em sinal de amor.

 Planearam a sua morte em silêncio,
Assustaram com gritos o povo.
E num lenho pregaram o Seu Corpo
à hora de noa, o Senhor morreu.
O Senhor morreu.

 É hora de noa na Terra,
As sirenes de alarme soaram,
Mas ninguém se dedica a acordar
E o meu irmão chora, e o meu irmão morre;
E o clamor da sua voz não nos dói.
E o meu irmão morre.

 É hora de noa na Terra,
É hora da fome e da morte,
É hora do ódio e da guerra,
É hora de noa, quando sofre o meu povo,
Quando cresce a dor e o engano,
Quando falta o amor".



"Toda a nossa glória está na Cruz
de Nosso Senhor, Jesus Cristo.
O Senhor tenha compaixão de nós
e nos abençoe."

 Autor: C. Erdozain

23 março 2016

Jesus cai pela terceira vez

IX Estação: Jesus cai pela terceira vez
Passo pesado

Os passos de Jesus tornavam-se cada vez mais pesados, não porque a cruz pesasse mais agora, mas porque o cansaço, o esgotamento, os açoites, os maus tratos aumentavam cada vez mais.
Mal consegui levantar os pés.
Arrastava os pés deixando um rasto de um longo e pesado passo.
E caiu pela terceira vez.
Os seus passos eram pesados, porque bem pesados são os nossos passos.
Ele caiu outra vez, porque nós não paramos de cair.
Ele deixou o rasto pesado do seu andar, porque carregava as nossas faltas...
Mas, afinal, os seus passos não eram pesados, eram passos de amor.


Que o Senhor transforme também os nossos pesados passos em passos suaves de amor.


Fonte:
Novas pistas da via-sacra
José David Quintal Vieria, SCJ.

20 março 2016

Domingo de Ramos

«A liturgia deste último Domingo da Quaresma convida-nos a contemplar esse Deus que, por amor, desceu ao nosso encontro, partilhou a nossa humanidade, fez-Se servo dos homens, deixou-Se matar para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. A cruz (que a liturgia deste domingo coloca no horizonte próximo de Jesus) apresenta-nos a lição suprema, o último passo desse caminho de vida nova que, em Jesus, Deus nos propõe: a doação da vida por amor». 
                   


Filip 2, 6-11

Cristo Jesus, que era de condição divina,
não Se valeu da sua igualdade com Deus,
mas aniquilou-Se a Si próprio.
Assumindo a condição de servo,
tornou-Se semelhante aos homens.
Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais,
obedecendo até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou
e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes,
para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem
no céu, na terra e nos abismos,
e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor,
para glória de Deus Pai.



Salmo 21 (22)

Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?
Todos os que me vêem escarnecem de mim,
estendem os meus lábios e meneiam a cabeça:
«Confiou no Senhor, Ele que o livre,
Ele que o salve, se é meu amigo».

Matilhas de cães me rodearam,
cercou-me um bando de malfeitores.
Trespassaram as minhas mãos e os meus pés,
posso contar todos os meus ossos.

Repartiram entre si as minhas vestes
e deitaram sortes sobre a minha túnica.
Mas Vós, Senhor, não Vos afasteis de mim,
sois a minha força, apressai-Vos a socorrer-me.

Hei-de falar do vosso nome aos meus irmãos,
hei-de louvar-Vos no meio da assembleia.
Vós, que temeis o Senhor, louvai-O,
glorificai-O, vós todos os filhos de Jacob,
reverenciai-O, vós todos os filhos de Israel.


Depois da Quaresma, tempo de meditação, oração e conversão iniciamos agora a Semana Maior da vida cristã. Vamo-nos aproximando do Grande Dia! O dia da Ressurreição do Senhor vivendo intensamente os momentos que o antecedem! Vamos neste tempo da Paixão do Senhor orar e estar junto d' Ele! Não O abandonemos nestes dias tão intensos e dolorosos que viveu e, em que se sentiu tão só (e hoje como há dois mil anos)! Os próprios discípulos O abandonaram, deixando-O enquanto orava. Não O deixemos nós! Façamos-Lhe companhia nestes dias e ofereçamos-Lhe todo o nosso amor, toda a nossa vida! É disso que Ele tem sede...sede de nós, do nosso despojamento, da nossa pequenez!
Com Maria sigamos Jesus até ao Calvário na expectativa do maravilhoso reencontro no dia da Sua Ressurreição! Sejamos firmes e abramos o nosso coração e oremos, oremos muito, sempre.  Ailime.

Desejo a todos um bom domingo.
Abraço em Cristo
. Ailime

Fonte: Portal dos Sacerdotes 
Dehonianos
Bíblia Sagrada.

13 março 2016

V Domingo da Quaresma

«A liturgia de hoje fala-nos (outra vez) de um Deus que ama e cujo amor nos desafia a ultrapassar as nossas escravidões para chegar à vida nova, à Ressurreição».


Leituras de hoje: Is 43,16-21; Salmo 125 (126); Filip 3,8-14; Jo 8,1-11

                                        
          Isaías 43,16-21)            
«O Senhor abriu outrora caminhos através do mar,
veredas por entre as torrentes das águas.
Pôs em campanha carros e cavalos,
um exército de valentes guerreiros;
e todos caíram para não mais se levantarem,
extinguiram-se como um pavio que se apaga.
Eis o que diz o Senhor:
«Não vos lembreis mais dos acontecimentos passados,
não presteis atenção às coisas antigas.
Olhai: vou realizar uma coisa nova,
que já começa a aparecer; não a vedes?
Vou abrir um caminho no deserto,
fazer brotar rios na terra árida.
Os animais selvagens – chacais e avestruzes –
proclamarão a minha glória,
porque farei brotar água no deserto,
rios na terra árida,
para matar a sede ao meu povo escolhido,
o povo que formei para Mim
e que proclamará os meus louvores».  


Salmo 125 (126)

Quando o Senhor fez regressar os cativos de Sião,
parecia-nos viver um sonho.
Da nossa boca brotavam expressões de alegria
e de nossos lábios cânticos de júbilo.

Diziam então os pagãos:
«O Senhor fez por eles grandes coisas».
Sim, grandes coisas fez por nós o Senhor,
estamos exultantes de alegria.

Fazei regressar, Senhor, os nossos cativos,
como as torrentes do deserto.
Os que semeiam em lágrimas
recolhem com alegria.

À ida, vão a chorar,
levando as sementes;
à volta, vêm a cantar,
trazendo os molhos de espigas.


Evangelho Jo 8,1-11

Naquele tempo,
Jesus foi para o Monte das Oliveiras.
Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo,
e todo o povo se aproximou d’Ele.
Então sentou-Se e começou a ensinar.
Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus
uma mulher surpreendida em adultério,
colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus:
«Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.
Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres.
Tu que dizes?».
Falavam assim para Lhe armarem uma cilada
e terem pretexto para O acusar.
Mas Jesus inclinou-Se
e começou a escrever com o dedo no chão.
Como persistiam em interrogá-l’O,
ergueu-Se e disse-lhes:
«Quem de entre vós estiver sem pecado
atire a primeira pedra».
Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão.
Eles, porém, quando ouviram tais palavras,
foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos,
e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio.
Jesus ergueu-Se e disse-lhe:
«Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?».
Ela respondeu:
«Ninguém, Senhor».
Disse então Jesus:
«Nem Eu te condeno.
Vai e não tornes a pecar».
...............
A Palavra de Deus é perdão, a Palavra de Deus é amor, a Palavra de Deus é vida!
Caminhemos com Ele até à Páscoa da Sua Ressurreição (Ailime).


Desejo-vos um bom domingo.
O meu abraço na paz de Cristo.

Fonte: Portal dos Sacerdotes Dehonianos

11 março 2016

Acção de graças

«Cantem ao Senhor com acções de graças;
ao som da harpa façam música
para o nosso Deus».


Salmo 147, 7


Agradeço a Deus o dom da vida de meu Pai que ontem completou 90 anos.
Que Deus o proteja e a minha mãe para que possam desfrutar ainda por muito tempo  momentos repletos de felicidade, apesar das dificuldades  próprias da idade.
Parabéns, Pai, pelo teu olhar azul tão brilhante e risonho.

06 março 2016

4º Domingo da Quaresma

«A liturgia de hoje convida-nos à descoberta do Deus do amor, empenhado em conduzir-nos a uma vida de comunhão com Ele.
 O Evangelho apresenta-nos o Deus/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor lá está, sempre à espera, sem condições, para acolher e abraçar o filho que decide voltar. É um amor entendido na linha da misericórdia e não na linha da justiça dos homens».

Leituras de hoje: Jos 5,9a.10-12¸ Salmo 33 (34), 2 Cor 5,17-21;  Lc 15,1-3.11-32;


A Parábola do filho pródigo
«Naquele tempo,

os publicanos e os pecadores
aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem.
Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo:
«Este homem acolhe os pecadores e come com eles».
Jesus disse-lhes então a seguinte parábola:
«Um homem tinha dois filhos.
O mais novo disse ao pai:
‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’.
O pai repartiu os bens pelos filhos.
Alguns dias depois, o filho mais novo,
juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante
e por lá esbanjou quanto possuía,
numa vida dissoluta.
Tendo gasto tudo,
houve uma grande fome naquela região
e ele começou a passar privações.
Entrou então ao serviço de um dos habitantes daquela terra,
que o mandou para os seus campos guardar porcos.
Bem desejava ele matar a fome
com as alfarrobas que os porcos comiam,
mas ninguém lhas dava.
Então, caindo em si, disse:
‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância,
e eu aqui a morrer de fome!
Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe:
Pai, pequei contra o Céu e contra ti.
Já não mereço ser chamado teu filho,
mas trata-me como um dos teus trabalhadores’.
Pôs-se a caminho e foi ter com o pai.
Ainda ele estava longe, quando o pai o viu:
encheu-se de compaixão
e correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos.
Disse-lhe o filho:
‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti.
Já não mereço ser chamado teu filho’.
Mas o pai disse aos servos:
‘Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha.
Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.
Trazei o vitelo gordo e matai-o.
Comamos e festejemos,
porque este meu filho estava morto e voltou à vida,
estava perdido e foi reencontrado’.
E começou a festa.
Ora o filho mais velho estava no campo.
Quando regressou,
ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças.
Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo.
O servo respondeu-lhe:
‘O teu irmão voltou
e teu pai mandou matar o vitelo gordo,
porque ele chegou são e salvo’.
Ele ficou ressentido e não queria entrar.
Então o pai veio cá fora instar com ele.
Mas ele respondeu ao pai:
‘Há tantos anos que eu te sirvo,
sem nunca transgredir uma ordem tua,
e nunca me deste um cabrito
para fazer uma festa com os meus amigos.
E agora, quando chegou esse teu filho,
que consumiu os teus bens com mulheres de má vida,
mataste-lhe o vitelo gordo’.
Disse-lhe o pai:
‘Filho, tu estás sempre comigo
e tudo o que é meu é teu.
Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos,
porque este teu irmão estava morto e voltou à vida,
estava perdido e foi reencontrado’».



Salmo 33 (34)
 Saboreai e vede como o Senhor é bom.

A toda a hora bendirei o Senhor,
o seu louvor estará sempre na minha boca.
A minha alma gloria-se no Senhor:
escutem e alegrem-se os humildes.


Enaltecei comigo ao Senhor
e exaltemos juntos o seu nome.
Procurei o Senhor e Ele atendeu-me,
libertou-me de toda a ansiedade.


Voltai-vos para Ele e ficareis radiantes,
o vosso rosto não se cobrirá de vergonha.
Este pobre clamou e o Senhor o ouviu,
salvou-o de todas as angústias.
  
Desejo a todos um bom domingo repleto da misericórdia divina.
O meu abraço na Paz de Cristo


Fonte: Portal dos Sacerdotes Dehonianos

03 março 2016

Exercício quaresmal

... para todos os dias.


O amor tem um nome concreto,
uma figura determinada
e uma história apaixonante:
Jesus Cristo na Cruz,
entregando a vida pelos amigos.

In O Sentido da Vida
Ignacio Larrañaga