«A Sabedoria engrandece os seus filhos,
toma sob a sua proteção aqueles
que a buscam.
Aquele que a ama, ama a vida,
e os que madrugam por ela fi-
carão cheios de alegria».
Ben-Sirá 4, 11-12
A minha rota é apenas um caminho que pretendo continuar a trilhar com Confiança e Esperança no Senhor que me criou e fez os Céus e a Terra...
«A Sabedoria engrandece os seus filhos,
toma sob a sua proteção aqueles
que a buscam.
Aquele que a ama, ama a vida,
e os que madrugam por ela fi-
carão cheios de alegria».
Ben-Sirá 4, 11-12
A minha partilha deste fim de semana:
A liturgia do 5.º Domingo do Tempo Comum coloca-nos face a questões que, desde sempre, inquietaram os seres humanos: qual o sentido do sofrimento e da dor que acompanham a caminhada do homem pela terra? Qual a “posição” de Deus face aos dramas que marcam a nossa existência? A Palavra de Deus que hoje escutamos não tem respostas absolutas para estas questões; mas deixa-nos uma certeza fundamental: o projeto que Deus tem para nós não é um projeto de morte, mas é um projeto de felicidade e de vida sem fim.
No Evangelho manifesta-se a eterna preocupação de Deus com a felicidade dos seus filhos. Na ação libertadora de Jesus em favor dos homens, começa a manifestar-se esse mundo novo sem sofrimento, sem opressão, sem exclusão que Deus sonhou para os seus filhos e filhas. O texto sugere, ainda, que a ação de Jesus tem de ser continuada pelos seus discípulos.
Salmo 146 (147)
Refrão: Louvai o Senhor, que salva os corações atribulados.
Louvai o Senhor, porque é bom cantar,
é agradável e justo celebrar o seu louvor.
O Senhor edificou Jerusalém,
congregou os dispersos de Israel.
Sarou os corações dilacerados
e ligou as suas feridas.
Fixou o número das estrelas
e deu a cada uma o seu nome.
Grande é o nosso Deus e todo-poderoso,
é sem limites a sua sabedoria.
O Senhor conforta os humildes
e abate os ímpios até ao chão.
Evangelho de São Marcos 1,29-39
Naquele tempo,
Jesus saiu da sinagoga
e foi, com Tiago e João, a casa de Simão e André.
A sogra de Simão estava de cama com febre
e logo Lhe falaram dela.
Jesus aproximou-Se, tomou-a pela mão e levantou-a.
A febre deixou-a e ela começou a servi-los.
Ao cair da tarde, já depois do sol posto,
trouxeram-Lhe todos os doentes e possessos
e a cidade inteira ficou reunida diante da porta.
Jesus curou muitas pessoas,
que eram atormentadas por várias doenças,
e expulsou muitos demónios.
Mas não deixava que os demónios falassem,
porque sabiam qual Ele era.
De manhã, muito cedo, levantou-Se e saiu.
Retirou-Se para um sítio ermo
e aí começou a orar.
Simão e os companheiros foram à procura d’Ele
e, quando O encontraram, disseram-Lhe:
«Todos Te procuram».
Ele respondeu-lhes:
«Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas,
a fim de pregar aí também,
porque foi para isso que Eu vim».
E foi por toda a Galileia,
pregando nas sinagogas e expulsando os demónios.
A minha interpelação:
Será que dou testemunho da Palavra do Senhor? Será que, pelo menos, conforto os irmãos que sofrem?
Ontem celebrou-se o 4º Domingo do Tempo Comum (Ano B).
Transcrevo o Salmo e Evangelho deste Domingo que nos «reafirma a irreversível decisão de Deus de oferecer aos homens, em cada passo do caminho que percorrem na história, a Vida e a salvação».
Salmo 94(95)
«Se engana quem acha que a riqueza e o status atraem inveja... as pessoas invejam mesmo é o sorriso fácil, a luz própria, a felicidade simples e sincera e a paz interior».
Papa Francisco
A minha partilha deste fim de semana:
A liturgia do 3.º Domingo do Tempo Comum lembra-nos que Deus conta conosco para sermos arautos, no mundo, da sua Vida e da sua salvação; e desafia-nos a acolher de braços abertos o chamamento que, nesse sentido, Deus nos dirige.
No Evangelho, Marcos descreve-nos os primeiros passos de Jesus no anúncio do Reino de Deus; e, na sequência, mostra-nos o convite que Jesus deixa a alguns discípulos no sentido de colaborarem com Ele na construção do Reino.
Refrão: Ensinai-me, Senhor, os vossos caminhos.
Voltarmo-nos para Cristo… Em comunidade, é bom ouvir o apelo à conversão: as nossas maneiras de viver e de trabalhar devem também, sem cessar, ser regeneradas para melhor corresponder àquilo que Cristo espera de nós. É preciso que, juntos, nos viremos para Ele. E o Evangelho deste domingo é a ocasião para um tempo de discernimento que muito raramente fazemos.
Desejo-vos um bom domingo,
com o meu abraço na paz de Cristo.
Emília Simões
Fontes: Portal dos Sacerdotes Dehonianos
Imagens Google
«Eu disse essas coisas para que, em mim tenhais a paz.
Neste mundo, tereis tribulações; mas,
tende confiança: Eu já venci o mundo».
João, 16:33
A minha partilha deste fim de semana:
A liturgia do 2.º Domingo do Tempo Comum convida-nos a descobrir que Deus conta conosco para concretizar, no mundo e na história, o seu projeto; e propõe-nos acolher, com disponibilidade e generosidade, os desafios de Deus.
.............
O Evangelho descreve o encontro de Jesus com os seus primeiros discípulos e esboça o caminho que o discípulo deve percorrer depois desse primeiro encontro: deve ir atrás de Jesus, estabelecer contato com Ele, perceber que Ele é fonte de Vida verdadeira, aceitar viver em comunhão com Ele, tornar-se testemunha dele junto dos outros irmãos.
«Aqui estou!» A minha resposta à maneira de Samuel… Como, sob que forma, não necessariamente explícita, foi dada esta resposta? Que escolhas mais ou menos importantes ela provocou? Que consequências teve a seguir? Que balanço fazer hoje? Faço regularmente um balanço espiritual da minha vida? Esta semana, é importante voltar a dizer “aqui estou”, com generosidade, liberdade e felicidade…
Emília Simões
« Já que não podemos mudar a realidade,
mudemos os olhos que a veem».
Nikos Kazantzakis
(Uma citação inspiradora para cada dia)
Sabedoria 365
Hellen Exley