A minha rota é apenas um caminho que pretendo continuar a trilhar com Confiança e Esperança no Senhor que me criou e fez os Céus e a Terra...
25 julho 2010
Sinais de Deus
19 julho 2010
«Marta, Marta, andas inquieta»
andas inquieta e preocupada com muitas coisas,
quando uma só é necessária.
Maria escolheu a melhor parte,
que não lhe será tirada».
Jesus entrou em certa povoação
e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa.
Ela tinha uma irmã chamada Maria,
que, sentada aos pés de Jesus,
ouvia a sua palavra.
Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço.
Interveio então e disse:
«Senhor, não Te importas
que minha irmã me deixe sozinha a servir?
Diz-lhe que venha ajudar-me».
O Senhor respondeu-lhe:
«Marta, Marta,
andas inquieta e preocupada com muitas coisas,
quando uma só é necessária.
Maria escolheu a melhor parte,
que não lhe será tirada».
27 junho 2010
As quatro velas
«Quatro velas queimavam calmamente. O ambiente estava tão silencioso que se podia ouvir o diálogo que travavam. A primeira vela disse:
- Eu sou a Paz!
Apesar da minha luz, as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou então, apagar. E diminuindo devagarinho, apagou totalmente.
A segunda disse:
- Eu chamo-me Fé!
Infelizmente sou muito supérflua na vida da maioria das pessoas. As pessoas não querem saber de Deus. Não faz sentido portanto, eu continuar queimando. E ao terminar a sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor!
Não tenho mais forças para queimar. As pessoas deixam-me de lado, só conseguem vislumbrar a si próprias, esquecem-se até daqueles à sua volta que os amam. E sem esperar apagou-se.
De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até ao fim. E dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenhas medo pequeno, enquanto eu queimar, poderemos acender outras velas,
pois eu sou a Esperança!
A criança então, com os olhos brilhantes, pegou na vela que restava e acendeu todas as outras.
“Que a vela da Esperança nunca se apague dentro de nós!”»
Amiga (o)s,
Vou estar ausente por algum tempo. Deixo-vos esta mensagem do diálogo entre quatro velas que achei lindíssimo, desejando que a Paz, a Fé, o Amor e a Esperança estejam sempre presentes nos vossos corações.
Muito obrigada por serem meus amigos!
Um beijinho para todos vós.
Até breve.
Ailime.
27.06.2010
(Imagem cedida gentilmente pela Net)
20 junho 2010
Quem dizem as multidões que Eu sou?
EVANGELHO – Lc 9,18-24
Um dia, Jesus orava sozinho,
estando com Ele apenas os discípulos.
Então perguntou-lhes:
«Quem dizem as multidões que Eu sou?»
Eles responderam:
«Uns, João Baptista; outros, que és Elias;
e outros, que és um dos antigos profetas que ressuscitou».
Disse-lhes Jesus:
«E vós, quem dizeis que Eu sou?»
Pedro tomou a palavra e respondeu:
«És o Messias de Deus».
Ele, porém, proibiu-lhes severamente
de o dizerem fosse a quem fosse
e acrescentou:
«O Filho do homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas; tem de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia».
Depois, dirigindo-Se a todos, disse:
«Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á».
Senhor, será que Te conheço verdadeiramente, que sigo os Teus Mandamentos e que de Ti dou um verdadeiro testemunho?
Será que faço da Oração uma constante da minha vida?
Será que vejo nos outros meus irmãos o Teu próprio rosto?
Ajuda-me, Senhor, na minha pequenez a ser como tu queres, a tomar a minha Cruz, porque quero seguir Contigo.
Ailime
20.06.2010
Imagem cedida gentilmente pela Net
12 junho 2010
Perdão
«Naquele tempo,
um fariseu convidou Jesus para comer com ele.
Jesus entrou em casa do fariseu e tomou lugar à mesa.
Então, uma mulher – uma pecadora que vivia na cidade –
ao saber que Ele estava à mesa em casa do fariseu,
trouxe um vaso de alabastro com perfume;
pôs-se atrás de Jesus e, chorando muito,
banhava-Lhe os pés com as lágrimas
e enxugava-lhos com os cabelos,
beijava-os e ungia-os com o perfume.
Ao ver isto, o fariseu que tinha convidado Jesus pensou consigo:
«Se este homem fosse profeta,
saberia que a mulher que O toca é uma pecadora».
Jesus tomou a palavra e disse-lhe:
«Simão, tenho uma coisa a dizer-te».
Ele respondeu: «Fala, Mestre».
Jesus continuou:
«Certo credor tinha dois devedores:
um devia-lhe quinhentos denários e o outro cinquenta.
Como não tinham com que pagar, perdoou a ambos.
Qual deles ficará mais seu amigo?»
Respondeu Simão:
«Aquele – suponho eu – a quem mais perdoou».
Disse-lhe Jesus: «Julgaste bem».
E voltando-Se para a mulher, disse a Simão:
«Vês esta mulher?
Entrei em tua casa e não Me deste água para os pés;
mas ela banhou-Me os pés com as lágrimas
e enxugou-os com os cabelos.
Não Me deste o ósculo;
mas ela, desde que entrei, não cessou de beijar-Me os pés.
Não Me derramaste óleo na cabeça;
mas ela ungiu-Me os pés com perfume.
Por isso te digo:
São-lhe perdoados os seus muitos pecados,
porque muito amou;
mas aquele a quem pouco se perdoa,
pouco ama».
Depois disse à mulher:
«Os teus pecados estão perdoados».
Então os convivas começaram a dizer entre si:
«Quem é este homem, que até perdoa os pecados?»
Mas Jesus disse à mulher:
«A tua fé te salvou. Vai em paz».
Depois disso, Jesus ia caminhando por cidades e aldeias,
a pregar e a anunciar a boa nova do reino de Deus.»
Ailime
Imagem cedida gentilmente pela Net
10 junho 2010
Somos um povo que caminha
Para todos o meu respeito e carinho.
Somos um povo que caminha
E juntos caminhando podemos alcançar
Outra cidade onde há justiça
Sem penas nem tristezas, cidade onde há paz.
Somos um povo que caminha
Que marcha pelo mundo, buscando outra cidade.
Somos errantes peregrinos
Em busca de um destino, destino de unidade.
Sempre seremos caminhantes,
Pois só caminhando, podemos alcançar
Outra cidade onde há justiça
Sem penas nem tristezas, cidade onde há paz.
Dá-nos valor p’ra nossas lutas,
Valor nas horas tristes, valor em nosso afã.
Dá-nos a luz da Tua Palavra,
Que guia nossos passos por este caminhar.
Marcha Senhor a nosso lado,
Pois só em tua presença podemos alcançar,
Outra cidade onde há justiça
Sem penas nem tristezas, cidade onde há paz.
Dura se faz a nossa marcha
Andando entre as sombras de tanta obscuridade.
Todos os corpos desgastados
Já sentem o cansaço de tanto caminhar.
Mas nós temos a certeza
De que nossas fadigas por fim alcançarão
Outra cidade onde há justiça
Sem penas nem tristezas, cidade onde há paz.»
Autor: Desconhecido
Inserido no livro de Cânticos da Paróquia de AMMM
Imagem cedida gentilmente pela Net
06 junho 2010
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03 junho 2010
Corpus Christi - "Fazei isto em memória de mim"
seja digna de habitares em mim!





