Ailime
A minha rota é apenas um caminho que pretendo continuar a trilhar com Confiança e Esperança no Senhor que me criou e fez os Céus e a Terra...
A minha partilha deste fim de semana:
A liturgia do 22º Domingo do Tempo Comum propõe-nos uma reflexão sobre a “Lei”. Deus quer a realização e a vida plena para o homem e, nesse sentido, propõe-lhe a sua “Lei”. A “Lei” de Deus indica ao homem o caminho a seguir. Contudo, esse caminho não se esgota num mero cumprimento de ritos ou de práticas vazias de significado, mas num processo de conversão que leve o homem a comprometer-se cada vez mais com o amor a Deus e aos irmãos.
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No Evangelho, Jesus denuncia a atitude daqueles que fizeram do cumprimento externo e superficial da “lei” um valor absoluto, esquecendo que a “lei” é apenas um caminho para chegar a um compromisso efetivo com o projeto de Deus. Na perspetiva de Jesus, a verdadeira religião não se centra no cumprimento formal das “leis”, mas num processo de conversão que leve o homem à comunhão com Deus e a viver numa real partilha de amor com os irmãos.
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Refrão 1: Quem habitará, Senhor, no vosso santuário?
Naquele tempo,
reuniu-se à volta de Jesus
um grupo de fariseus e alguns escribas
que tinham vindo de Jerusalém.
Viram que alguns dos discípulos de Jesus
comiam com as mãos impuras, isto é, sem as lavar.
– Na verdade, os fariseus e os judeus em geral
não comem sem terem lavado cuidadosamente as mãos,
conforme a tradição dos antigos.
Ao voltarem da praça pública,
não comem sem antes se terem lavado.
E seguem muitos outros costumes
a que se prenderam por tradição,
como lavar os copos, os jarros e as vasilhas de cobre –.
Os fariseus e os escribas perguntaram a Jesus:
«Porque não seguem os teus discípulos a tradição dos antigos,
e comem sem lavar as mãos?»
Jesus respondeu-lhes:
«Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas,
como está escrito:
‘Este povo honra-Me com os lábios,
mas o seu coração está longe de Mim.
É vão o culto que Me prestam,
e as doutrinas que ensinam não passam de preceitos humanos’.
Vós deixais de lado o mandamento de Deus,
para vos prenderdes à tradição dos homens».
Depois, Jesus chamou de novo a Si a multidão
e começou a dizer-lhe:
«Ouvi-Me e procurai compreender.
Não há nada fora do homem
que ao entrar nele o possa tornar impuro.
O que sai do homem é que o torna impuro;
porque do interior dos homens é que saem os maus pensamentos:
imoralidades, roubos, assassínios,
adultérios, cobiças, injustiças,
fraudes, devassidão, inveja,
difamação, orgulho, insensatez.
Todos estes vícios saem lá de dentro
e tornam o homem impuro».
Ter um objetivo… Não fiquemos pelas boas intenções… Não tenhamos demasiadas ambições… Cristo não nos pede grandes façanhas, Ele prefere a sinceridade do coração e a vontade de servir o nosso próximo. Vale mais ter um objetivo razoável (visitar determinada pessoa que está só, ajudar outra nas suas preocupações materiais) e tudo fazer para o atingir.
Ailime
Fontes: Portal dos Sacerdotes Dehonianos
Imagens Google
A minha partilha deste fim de semana:
A liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum fala-nos de opções. Recorda-nos que a nossa existência pode ser gasta a perseguir valores efémeros e estéreis, ou a apostar nesses valores eternos que nos conduzem à vida definitiva, à realização plena. Cada homem e cada mulher têm, dia a dia, de fazer a sua escolha.
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O Evangelho coloca diante dos nossos olhos dois grupos de discípulos, com opções diversas diante da proposta de Jesus. Um dos grupos, prisioneiro da lógica do mundo, tem como prioridade os bens materiais, o poder, a ambição e a glória; por isso, recusa a proposta de Jesus. Outro grupo, aberto à ação de Deus e do Espírito, está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida; os membros deste grupo sabem que só Jesus tem palavras de vida eterna. É este último grupo que é proposto como modelo aos crentes de todos os tempos.
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Refrão: Saboreai e vede como o Senhor é bom.
Correspondendo ao amável e honroso convite da minha Amiga Rosélia, que muito agradeço, do Blogue Espiritual - Idade, para comemoração do 12º Aniversário do seu Blogue, subordinado ao tema:
- Meu Olhar Espiritual na Pandemia -
deixo a minha participação.
Perante este cenário senti a minha pequenez e as limitações do ser humano num mundo que o Homem pretende dominar.
Sem Deus nós não somos nada. Só Ele para nos incutir a esperança de acreditar que dias melhor virão e que, com a sua graça, já nos permitimos observar uma luz ao fundo do túnel!
Tenho fé que, cumprindo com as regras que nos são ministradas, esta luta terá o seu fim e sairemos vitoriosos para podermos finalmente darmos asas à liberdade de abraçar de novo a nossa família e amigos, reencontrar os que estão longe e recomeçarmos as nossas vidas como anteriormente.
A oração tem sido minha companhia diária e peço ao Senhor que a todos ajude e dê ânimo para prosseguir a jornada com muita esperança, acreditando que Ele é Pai e a todos ama por igual e infinita ternura, jamais nos abandonando.
A miga leal
I intriga não lhe apraz
L ivre para dialogar
I ntuitiva, generosa
M ulher sensível
E legante de alma
A minha partilha deste fim de semana:
«Neste dia em que se celebra a festa da Assunção da Virgem Santa Maria, os cristãos são convidados a meditar a Palavra de Deus em três momentos: o capítulo 12 do Apocalipse – a exaltação de Maria e a sua glorificação como Mãe do Filho Unigénito de Deus; a Primeira Carta aos Coríntios – a ressurreição de Cristo como primícia de toda a Ressurreição, com Maria também ela ressuscitada com Cristo; o Evangelho de Lucas – a proclamação de Maria, bendita entre todas as mulheres da Terra».
A sede de Deus nunca nos deixa em paz,
embora sempre nos deixe a paz:
é uma sede tão misteriosa que,
quanto mais se sacia, mais insaciável
se torna, como aquela sarça que
sempre ardia e nunca se consumia.
Ignacio de Larrañaga
In O Sentido da Vida