11 setembro 2019

Reflexão

Solidão, silêncio, pobreza, virgindade 
- conceitos tão condicionados
e entrecruzados - não são nem têm
em si mesmos valor algum;
são vazios e carecem de valor.
Só um conteúdo lhes dá 
sentido e valor: Deus.



In O Sentido da vida
Reflexões diárias
Ignacio de Larrañaga

10 setembro 2019

Parabéns!

Parabéns, meu filho ML, pelo teu Aniversário!


Hoje, neste dia tão especial, em que celebras mais um ano de vida, agradeço a Deus por este dom precioso.
Saúde e felicidade é o que a tua família te deseja e que o Senhor te continue a iluminar e a abençoar!

Beijinhos, com muito carinho, de todos nós que te amamos.


07 setembro 2019

23º Domingo do Tempo Comum


A minha partilha deste fim de semana:

«A liturgia deste domingo convida-nos a tomar consciência de quanto é exigente o caminho do “Reino”. Optar pelo “Reino” não é escolher um caminho de facilidade, mas sim aceitar percorrer um caminho de renúncia e de dom da vida.
É, sobretudo, o Evangelho que traça as coordenadas do “caminho do discípulo”: é um caminho em que o “Reino” deve ter a primazia sobre as pessoas que amamos, sobre os nossos bens, sobre os nossos próprios interesses e esquemas pessoais. Quem tomar contacto com esta proposta tem de pensar seriamente se a quer acolher, se tem forças para a acolher… Jesus não admite meios-termos: ou se aceita o “Reino” e se embarca nessa aventura a tempo inteiro e “a fundo perdido”, ou não vale a pena começar algo que não vai levar a lado nenhum (porque não é um caminho que se percorra com hesitações e com “meias tintas”)».



Salmo 89 (90)

Refrão: Senhor, tendes sido o nosso refúgio
através das gerações.

Vós reduzis o homem ao pó da terra
e dizeis: «Voltai, filhos de Adão».
Mil anos a vossos olhos são como o dia de ontem que passou
e como uma vigília da noite.

Vós os arrebatais como um sonho,
como a erva que de manhã reverdece;
de manhã floresce e viceja,
à tarde ela murcha e seca.

Ensinai-nos a contar os nossos dias,
para chegarmos à sabedoria do coração.
Voltai, Senhor! Até quando…
Tende piedade dos vossos servos.

Saciai-nos desde a manhã com a vossa bondade,
para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias.
Desça sobre nós a graça do Senhor nosso Deus.


Evangelho de Lucas 14,25-33

Naquele tempo,
seguia Jesus uma grande multidão.
Jesus voltou-Se e disse-lhes:
«Se alguém vem ter comigo,
sem Me preferir ao pai, à mãe,
à esposa, aos filhos, aos irmãos, às irmãs
e até à própria vida,
não pode ser meu discípulo.
Quem não toma a sua cruz para Me seguir,
não pode ser meu discípulo.
Quem de entre vós, que, desejando construir uma torre,
Não se senta primeiro a calcular a despesa,
para ver se tem com que terminá-la?
Não suceda que, depois de assentar os alicerces,
se mostre incapaz de a concluir
e todos os que olharem comecem a fazer troça, dizendo:
‘Esse homem começou a edificar,
mas não foi capaz de concluir’.
E qual é o rei que parte para a guerra contra outro rei
e não se senta primeiro a considerar
se é capaz de se opor, com dez mil soldados,
àquele que vem contra com ele com vinte mil?
Aliás, enquanto o outro ainda está longe,
manda-lhe uma delegação a pedir as condições de paz.
Assim, quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens,
não pode ser meu discípulo».


Palavras para o caminho
«Como O seguimos? No caminho, grandes multidões à procura de Jesus, com interesses muito variados! Era ontem! E nós, hoje, como o seguimos? Como um líder político? Uma estrela da canção? Um ídolo do futebol? “Jesus voltou-Se”, indicando claramente os desafios. Tornar-se seu discípulo é uma questão de preferência absoluta, num caminho que passa pela cruz".


Com o meu abraço na paz de Cristo
Ailime

Imagens Google

04 setembro 2019

Reflexão


Deus não participa das
nossas impaciências,
dos nossos medos nem
dos nossos instintos de castigo.
Chegou a hora em que o silêncio
substituirá o grito,
o carinho a ameaça
e a misericórdia a justiça.

Ignacio  Larrañaga

In O Sentido da vida
Orações e reflexões 
para cada dia do ano

31 agosto 2019

22º Domingo do Tempo Comum


A minha partilha deste fim de semana:

«A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado.

O Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um fariseu. O enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do Reino”. A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete"».

Do Livro do Ben-Sirá 3,19-21.30-31

«Filho, em todas as tuas obras procede com humildade
e serás mais estimado do que o homem generoso.
Quanto mais importante fores, mais deves humilhar-te
e encontrarás graça diante do Senhor.
Porque é grande o poder do Senhor
e os humildes cantam a sua glória.
A desgraça do soberbo não tem cura,
porque a árvore da maldade criou nele raízes.
O coração do sábio compreende as máximas do sábio
e o ouvido atento alegra-se com a sabedoria.».



Salmo 67 (68)

Refrão: Na vossa bondade, Senhor,
preparastes uma casa para o pobre.

Os justos alegram-se na presença de Deus,
exultam e transbordam de alegria.
Cantai a Deus, entoai um cântico ao seu nome;
o seu nome é Senhor: exultai na sua presença.

Pai dos órfãos e defensor das viúvas,
é Deus na sua morada santa.
Aos abandonados Deus prepara uma casa,
conduz os cativos à liberdade.

Derramastes, ó Deus, uma chuva de bênçãos,
restaurastes a vossa herança enfraquecida.
A vossa grei estabeleceu-se numa terra
que a vossa bondade, ó Deus, preparara ao oprimido.


Evangelho de Lucas  14,1.7-14

«Naquele tempo,

Jesus entrou, a um sábado, em casa de um dos principais fariseus para tomar uma refeição. Todos O observavam. Ao notar como os convidados escolhiam os primeiros lugares, Jesus disse-lhes esta parábola: «Quando fores convidado para um banquete nupcial, não tomes o primeiro lugar. Pode acontecer que tenha sido convidado alguém mais importante que tu; então, aquele que vos convidou a ambos, terá que te dizer: ‘Dá o lugar a este’;e ficarás depois envergonhado,
se tiveres de ocupar o último lugar. Por isso, quando fores convidado, vai sentar-te no último lugar;e quando vier aquele que te convidou, dirá: ‘Amigo, sobre mais para cima’;ficarás então honrado aos olhos dos outros convidados. Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
Jesus disse ainda a quem O tinha convidado:«Quando ofereceres um almoço ou um jantar,
não convides os teus amigos nem os teus irmãos, nem os teus parentes nem os teus vizinhos ricos,
não seja que eles por sua vez te convidem e assim serás retribuído.
Mas quando ofereceres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos;
e serás feliz por eles não terem com que retribuir-te: ser-te-á retribuído na ressurreição dos justos».

Palavras para o caminho ...
«Difícil questão… Com que critérios estabelecemos a lista dos nossos convidados quando preparamos uma refeição festiva? Decididamente, uma vez mais, a lógica de Jesus não é a nossa. Acontece convidarmos à nossa mesa pobres, estropiados, sem-abrigo, crianças perdidas nas ruas… mais que a nossa família, os amigos, as nossas relações de negócios? Difícil questão, que evitamos talvez tomar demasiado a sério. E se nesta semana a deixássemos ressoar um pouco em nós mesmos»?

Prece
Peço ao Senhor nesta semana que nos ajude a ser mais humildes e a partilhar com os que nada têm. Que nos nossos "banquetes" tenham também lugar os que vivem marginalizados, por vezes até nas nossas próprias famílias.


Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime

Imagens Google

27 agosto 2019

Reflexão


A própria essência da história é
o passar. Há trezentos anos,
vivia nesta cidade uma geração
com os seus dramas e paixões.
Há duzentos anos outra geração,
com os seus próprios dramas.
Agora outra.
Dentro de um século, outra.
Passam as gerações, arrastando cada
uma suas dores e alegrias
para o abismo do silêncio.
Um  dia também passará a cidade,
levando aos ombros a sua carga
histórica, como aconteceu com
Babilónia, Nínive, Tebas...
Ilusões, paixões, fantasias, projetos...
Tudo isto é inexoravelmente arrastado 
para o oceano da inexistência.
Para quê sofrer por coisas que
hoje são e amanhã não são?
Tudo é sepultado no templo
do silêncio, tal como os rios
são sepultados no mar.
Deixa que os fenómenos nasçam.
brilhem e desapareçam como os
pirilampos. Deus nunca passa.
Instala-se firmemente nessa rocha e...
Sê feliz.

In O Sentido da Vida
Ignacio Larragñaga

26 agosto 2019

Agradeço a Deus pelo Aniversario de meu filho



Meu Deus, hoje quero agradecer-te  pelo aniversário do meu amado filho primogénito e porque celebramos com saúde e alegria mais um ano de vida é sempre motivo de felicidade, pois cada dia que vivemos é uma bênção que Tu nos dás. 


Sinto muita gratidão, Senhor, pelo maravilhoso filho com que me abençoaste e embora longe fisicamente ele está sempre presente no meu coração.
 Apenas peço, meu Deus, que hoje e sempre  o continues a  abençoar e lhe concedas muitos anos felizes de vida com saúde e alegria.


Com beijinhos meus, do pai, mano e toda a família que te ama. 

Abraços
Ailime

24 agosto 2019

21º Domingo do Tempo Comum


A minha partilha deste fim de semana:

«A liturgia deste domingo propõe-nos o tema da “salvação”. Diz-nos que o acesso ao “Reino” – à vida plena, à felicidade total (“salvação”) – é um dom que Deus oferece a todos os homens e mulheres, sem excepção; mas, para lá chegar, é preciso renunciar a uma vida baseada nesses valores que nos tornam orgulhosos, egoístas, prepotentes, auto-suficientes, e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega, de dom da vida.

................................
No Evangelho, Jesus – confrontado com uma pergunta acerca do número dos que se salvam – sugere que o banquete do “Reino” é para todos; no entanto, não há entradas garantidas, nem bilhetes reservados: é preciso fazer uma opção pela “porta estreita” e aceitar seguir Jesus no dom da vida e no amor total aos irmãos».


Evangelho de Lucas 13, 22-30.
Naquele tempo,
Jesus dirigia-Se para Jerusalém
e ensinava nas cidades e aldeias por onde passava.
Alguém Lhe perguntou:
«Senhor, são poucos os que se salvam?»
Ele respondeu:
«Esforçai-vos por entrar pela porta estreita,
porque Eu vos digo
que muitos tentarão entrar sem o conseguir.
Uma vez que o dono da casa se levante e feche a porta,
vós ficareis fora e batereis à porta, dizendo:
‘Abre-nos, senhor’;
mas ele responder-vos-á: ‘Não sei donde sois’.
Então começareis a dizer:
‘Comemos e bebemos contigo
e tu ensinaste nas nossas praças’.
Mas ele responderá:
‘Repito que não sei donde sois.
Afastai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade’.
Aí haverá choro e ranger de dentes,
quando virdes no reino de Deus
Abraão, Isaac e Jacob e todos os Profetas,
e vós a serdes postos fora.
Hão-de vir do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul,
e sentar-se-ão à mesa do reino de Deus.
Há últimos que serão dos primeiros
e primeiros que serão dos últimos».



Salmo 116 (117)

 Refrão: Ide por todo o mundo, anunciai a boa nova.

Louvai o Senhor, todas as nações,
aclamai-O, todos os povos.

É firme a sua misericórdia para connosco,
a fidelidade do Senhor permanece para sempre.

 

Palavras para o caminho

Tomar o Evangelho a sério… Corrida ao poder, às situações de privilégio, às relações de prestígio, às melhores aplicações bancárias, aos primeiros lugares de todos os géneros… Estamos muito ocupados para conseguir os nossos negócios aqui na terra.
E eis uma página do Evangelho que vem alterar tudo. Os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros. Forte convite a tomar o Evangelho a sério e conformar com ele as nossas vidas… antes que a porta do Reino se feche!


Com o meu abraço na paz de Cristo!
Ailime


Imagens Google