29 agosto 2023

Reflexão


Feliz o homem que encontrou a sabedoria,

e adquiriu a inteligência,

porque a sua conquista vale mais que a prata

e o seu lucro é melhor que o ouro fino.

Ela é mais preciosa do que as pérolas

e nada do que possas desejar lhe será igual.

Na mão direita sustenta uma longa vida,

e na esquerda, riquezas e glória.

Os seus caminhos são deliciosos

e são tranquilas todas as suas veredas.

É a árvore da vida para aqueles que a alcançam.

Provérbios 3, 13-18.

(Estarei em pausa durante algum tempo.)


26 agosto 2023

21º Domingo do Tempo Comum

 A minha partilha deste fim de semana:

No centro da reflexão que a liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum nos propõe, estão dois temas à volta dos quais se constrói e se estrutura toda a existência cristã: Cristo e a Igreja.
O Evangelho convida os discípulos a aderirem a Jesus e a acolherem-n’O como “o Messias, Filho de Deus”. Dessa adesão, nasce a Igreja – a comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro. A missão da Igreja é dar testemunho da proposta de salvação que Jesus veio trazer. À Igreja e a Pedro é confiado o poder das chaves – isto é, de interpretar as palavras de Jesus, de adaptar os ensinamentos de Jesus aos desafios do mundo e de acolher na comunidade todos aqueles que aderem à proposta de salvação que Jesus oferece.
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Referências Bíblicas
Isaías 22,19-23
Salmo 137 (138)
Romanos 11,33-36
Evangelho de Mateus 16,13-20
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Salmo 137 (138)

Refrão 1: Senhor, a vossa misericórdia é eterna:
não abandoneis a obra das vossas mãos.

Refrão 2: Pela vossa misericórdia,
não nos abandoneis, Senhor.

De todo o coração, senhor, eu Vos dou graças
porque ouvistes as palavras da minha boca.
Na presença dos Anjos Vos hei-de cantar
e Vos adorarei, voltado para o vosso templo santo.

Hei-de louvar o vosso nome pela vossa bondade e fidelidade,
porque exaltastes acima de tudo o vosso nome e a vossa promessa.
Quando Vos invoquei, me respondestes,
aumentastes a fortaleza da minha alma.

O Senhor é excelso e olha para o humilde,
ao soberbo conhece-o de longe.
Senhor, a vossa bondade é eterna,
não abandoneis a obra das vossas mãos.


Evangelho de São Mateus 16,13-20

Naquele tempo,
Jesus foi para os lados de Cesareia de Filipe
e perguntou aos seus discípulos:
«Quem dizem os homens que é o Filho do homem?»
Eles responderam: «Uns dizem que é João Baptista,
outros que é Elias,
outros que é Jeremias ou algum dos profetas».
Jesus perguntou: «E vós, quem dizeis que Eu sou?»
Então, Simão Pedro tomou a palavra e disse:
«Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo».
Jesus respondeu-lhe:
«Feliz de ti, Simão, filho de Jonas,
porque não foram a carne e o sangue que to revelaram,
mas sim meu Pai que está nos Céus.
Também Eu te digo: Tu és Pedro;
sobre esta pedra edificarei a minha Igreja
e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Dar-te-ei as chaves do reino dos Céus:
tudo o que ligares na terra será ligado nos Céus,
e tudo o que desligares na terra será desligado nos Céus».
Então, Jesus ordenou aos discípulos
que não dissessem a ninguém
que Ele era o Messias.
(Para os discípulos, Jesus foi bem mais do que “um homem”. Ele foi e é “o Messias, o Filho de Deus vivo”. Defini-l’O dessa forma significa reconhecer em Jesus o Deus que o Pai enviou ao mundo com uma proposta de salvação e de vida plena, destinada a todos os homens. A proposta que Ele apresentou não é apenas uma proposta de “um homem” bom, generoso, clarividente, que podemos admirar de longe e aceitar ou não; mas é uma proposta de Deus, destinada a tornar cada homem ou cada mulher uma pessoa nova, capaz de caminhar ao encontro de Deus e de chegar à vida plena da felicidade sem fim.)



Palavras para o caminho:
«Para vós, quem sou Eu?» Tomemos tempo para colocar esta questão a nós mesmos, no real muito concreto das nossas existências. Quem é Jesus para nós? E que “dizemos” d’Ele – ou não dizemos – quando se apresenta ocasião para testemunhar a nossa fé?


Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime

Imagens Google

22 agosto 2023

Reflexão da semana


 A cobiça do ímpio é uma rede de males,

mas a raiz do justo é que dá fruto.

Provérbios 12, 12



19 agosto 2023

20º Domingo do Tempo Comum (Ano A)

 A minha partilha deste fim de semana:

A liturgia do 20º Domingo do Tempo Comum reflete sobre a universalidade da salvação. Deus ama cada um dos seus filhos e a todos convida para o banquete do Reino.
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O Evangelho apresenta a realização da profecia do Trito-Isaías, apresentada na primeira leitura deste domingo. Jesus, depois de constatar como os fariseus e os doutores da Lei recusam a sua proposta do Reino, entra numa região pagã e demonstra como os pagãos são dignos de acolher o dom de Deus. Face à grandeza da fé da mulher cananeia, Jesus oferece-lhe essa salvação que Deus prometeu derramar sobre todos os homens e mulheres, sem exceção.

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Referências Bíblicas
Isaías 56,1.6-7
Salmo 66 (67)
Romanos 11,13-15.29-32
Evangelho de Mateus 15,21-28
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Salmo 66 (67)

Refrão: Louvado sejais, Senhor, pelos povos de toda a terra.

Deus Se compadeça de nós e nos dê a sua bênção,
resplandeça sobre nós a luz do seu rosto.
Na terra se conhecerão os vossos caminhos
e entre os povos a vossa salvação.

Alegrem-se e exultem as nações,
porque julgais os povos com justiça
e governais as nações sobre a terra.

Os povos Vos louvem, ó Deus,
todos os povos Vos louvem.
Deus nos dê a sua bênção
e chegue o seu temor aos confins da terra.


Evangelho de São Mateus 15,21-28

Naquele tempo,
Jesus retirou-Se para os lados de Tiro e Sidónia.
Então, uma mulher cananeia, vinda daqueles arredores,
começou a gritar:
«Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim.
Minha filha está cruelmente atormentada por um demónio».
Mas Jesus não lhe respondeu uma palavra.
Os discípulos aproximaram-se e pediram-Lhe:
«Atende-a, porque ela vem a gritar atrás de nós».
Jesus respondeu:
«Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel».
Mas a mulher veio prostrar-se diante d’Ele, dizendo:
«Socorre-me, Senhor».
Ele respondeu:
«Não é justo que se tome o pão dos filhos
para o lançar aos cachorrinhos».
Mas ela replicou:
«É verdade, Senhor;
mas também os cachorrinhos
comem das migalhas que caem da mesa de seus donos».
Então Jesus respondeu-lhe:
«Mulher, é grande a tua fé.
Faça-se como desejas».
E, a partir daquele momento, a sua filha ficou curada.

«o verdadeiro crente é aquele que se apresenta diante de Deus numa atitude de humildade e simplicidade, acolhendo com um coração agradecido os dons de Deus e a graça da salvação. O verdadeiro crente não se barrica em certezas imutáveis ou em chavões doutrinais, mas procura descobrir, cada dia, com humildade e simplicidade, a verdade eterna de Deus e as suas propostas para o mundo e para os homens».


Palavras para o caminho
Os “estrangeiros”… Na caminhada da próxima semana e das nossas férias, marcar os nossos comportamentos para com aqueles que são “estrangeiros” de uma maneira ou de outra: raça, cultura, meio social, religião… Verificar o lugar que lhes damos no segredo do nosso coração: como nossos irmãos diante do nosso Pai… ou como vagabundos de passagem que deverão contentar-se com as migalhas?…


Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime


Fontes: Portal dos Sacerdotes Dehonianos
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16 agosto 2023

XIV Interação Fraterna (Espirtual-Idade-Rosélia)

Os meus Parabéns, Amiga Roselia, pelo  14º Aniversário de seu Blogue Espiritual Idade e muito obrigada pelo honroso convite para participar na festa de celebração.

Tema: Meu Lado Espiritual Pós Pandemia


A Pandemia encerrou-nos em casa durante bastante tempo e todos nós decerto passámos pelo medo de contrair o Coronavírus tentando ter o máximo de cuidado para o evitar.
Muitos perderam  entes queridos e amigos o que nos ia deixando sempre muito abatidos e tristes.
Acho que todos andávamos um pouco apavorados com o que se estava a passar a nível mundial.
As igrejas encerraram, as visitas aos lares de idosos foram canceladas e muitas outras precauções foram tomadas.
A saúde de muitos de nós foi abalada, mas não a fé!
Havia sempre a esperança de que um dia tudo iria passar.
A oração esteve sempre presente em mim e creio que no pós pandemia minha fé se cimentou e passei a orar mais valorizando os aspetos mais positivos da vida.
A igreja abriu as suas portas e, primeiro com todos os cuidados normais  e, depois, já  no novo normal as Eucaristias foram acontecendo e há mais de um ano que  reiniciei as minhas presenças dominicais na Missa, sem restrições.
Têm sido momentos de muita fé e entrega a Jesus e a Maria que me têm ajudado a prosseguir a minha caminhada com alívio e agradecida a Deus por tudo estar a decorrer normalmente.

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Festejemos  então o  14º Aniversário do Espiritual-Idade e que, daqui a um ano, estejamos de novo a celebrar!

Parabéns, Amiga Rosélia, e que Deus
a abençoe hoje e sempre.

Beijinhos com o meu carinho fraterno.


Ailime

15 agosto 2023

Solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria

 Hoje  a Igreja celebra a Assunção da Virgem Santa Maria e é feriado nacional.


«Bendita és tu, Maria! Hoje, Jesus ressuscitado acolhe a sua mãe na glória do céu… Hoje, Jesus vivo, glorificado à direita do Pai, põe sobre a cabeça da sua mãe a coroa de doze estrelas…»

Hoje é feriado de Assunção de Nossa Senhora | Rádio Elvas

Evangelho de Lucas 1,39-56
Naqueles dias,
Maria pôs-se a caminho
e dirigiu-se apressadamente para a montanha,
em direção a uma cidade de Judá.
Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria,
o menino exultou-lhe no seio.
Isabel ficou cheia do Espírito Santo
e exclamou em alta voz:
«Bendita és tu entre as mulheres
e bendito é o fruto do teu ventre.
Donde me é dado
que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?
Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos
a voz da tua saudação,
o menino exultou de alegria no meu seio.
Bem-aventurada aquela que acreditou
no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito
da parte do Senhor».
(Magnificat)
Maria disse então:
«A minha alma glorifica o Senhor
e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador,
porque pôs os olhos na humildade da sua serva:
de hoje em diante me chamarão bem-aventurada
todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas:
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
sobre aqueles que O temem.
Manifestou o poder do seu braço
e dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
e exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens
e aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo,
lembrado da sua misericórdia,
como tinha prometido a nossos pais,
a Abraão e à sua descendência para sempre».
Maria ficou junto de Isabel cerca de três meses
e depois regressou a sua casa.


Maria está ao nosso lado para nos levar na oração, como uma mãe sustenta a palavra balbuciante do seu filho. Na glória de Deus, na qual nós a honramos hoje, ela prossegue a missão que Jesus lhe confiou sobre a Cruz: “Eis o teu Filho!” Rezar com Maria, mais que nos ajoelharmos diante dela, é ajoelhar-se ao seu lado para nos juntarmos à sua oração. Ela acompanha-nos e guia-nos na nossa caminhada junto de Deus.


Rezemos a Nossa Senhora


Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime

12 agosto 2023

19º Domingo do Tempo Comum (Ano A)

 A minha partilha deste fim de semana:

A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum tem como tema fundamental a revelação de Deus. Fala-nos de um Deus apostado em percorrer, de braço dado com os homens, os caminhos da história.
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O Evangelho apresenta-nos uma reflexão sobre a caminhada histórica dos discípulos, enviados à “outra margem” a propor aos homens o banquete do Reino. Nessa “viagem”, a comunidade do Reino não está sozinha, à mercê das forças da morte: em Jesus, o Deus do amor e da comunhão vem ao encontro dos discípulos, estende-lhes a mão, dá-lhes a força para vencer a adversidade, a desilusão, a hostilidade do mundo. Os discípulos são convidados a reconhecê-l’O, a acolhê-l’O e a aceitá-l’O como “o Senhor”.
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Referências Bíblicas
1 Reis 19,9a.11-13a
Salmo 84 (85)
Romanos 9,1-5
Evangelho Mateus 14,22-33
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Salmo 84 (85)

Refrão: Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor
e dai-nos a vossa salvação.

Deus fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a quantos de coração a Ele se convertem.
A sua salvação está perto dos que O temem
e a sua glória habitará na nossa terra.

Encontraram-se a misericórdia e a fidelidade,
abraçaram-se a paz e a justiça.
A fidelidade vai germinar da terra
e a justiça descerá do Céu.

O Senhor dará ainda o que é bom
e a nossa terra produzirá os seus frutos.
A justiça caminhará à sua frente
e a paz seguirá os seus passos.


Evangelho de  São Mateus 14,22-33

Depois de ter saciado a fome à multidão,
Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco
e a esperá-l’O na outra margem,
enquanto Ele despedia a multidão.
Logo que a despediu,
subiu a um monte, para orar a sós.
Ao cair da tarde, estava ali sozinho.
O barco ia já no meio do mar,
açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário.
Na quarta vigília da noite,
Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar.
Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar,
assustaram-se, pensando que fosse um fantasma.
E gritaram cheios de medo.
Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo:
«Tende confiança. Sou Eu. Não temais».
Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor,
manda-me ir ter contigo sobre as águas».
«Vem!» – disse Jesus.
Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas,
para ir ter com Jesus.
Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se,
gritou: «Salva-me, Senhor!»
Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o.
Depois disse-lhe:
«Homem de pouca fé, porque duvidaste?»
Logo que saíram para o barco, o ventou amainou.
Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus,
e disseram-Lhe:
«Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».

(O Evangelho deste domingo é, antes de mais, uma catequese sobre a caminhada histórica da comunidade de Jesus, enviada à “outra margem”, a convidar todos os homens para o banquete do Reino e a oferecer-lhes o alimento com que Deus mata a fome de vida e de felicidade dos seus filhos. Estamos dispostos a embarcar na aventura de propor a todos os homens o banquete do Reino? Temos consciência de que nos foi confiada a missão de saciar a fome do mundo?)


Palavras para o caminho

Fechar os olhos e escutar… Na invasão sonora que nos envolve – e por vezes nos agride – escutamos a voz do nosso Deus? Porque não? Entretanto, tomemos, de vez em quando, o risco do silêncio e da solidão. “Ao largo… para rezar”. É aí, com Jesus, que poderemos ouvir a voz do nosso Pai.


Com o meu abraço na paz de Cristo.
Ailime

Imagens Google

08 agosto 2023

Citação



 A sabedoria parece ser apanágio daqueles

 que levam uma vida mais simples.


Pam Brown

Sabedoria 365

Uma citação inspiradora para cada dia