«E acrescentou: "Seja forte e corajoso! Mãos ao trabalho! Não tenha medo nem desanime, pois Deus, o Senhor, o meu Deus, está com você. Ele não o deixará nem o abandonará até que se termine toda a construção do templo do Senhor».
1 Crônicas 28:20
A minha rota é apenas um caminho que pretendo continuar a trilhar com Confiança e Esperança no Senhor que me criou e fez os Céus e a Terra...
«E acrescentou: "Seja forte e corajoso! Mãos ao trabalho! Não tenha medo nem desanime, pois Deus, o Senhor, o meu Deus, está com você. Ele não o deixará nem o abandonará até que se termine toda a construção do templo do Senhor».
1 Crônicas 28:20
A minha partilha deste fim de semana:
A “Festa de Cristo Rei” foi instituída pelo Papa Pio XI, a 11 de dezembro de 1925, através da Carta Encíclica “Quas Primas”. Ao instituir esta festa, Pio XI quis propor ao mundo – saído há pouco da tragédia da I Guerra Mundial e mergulhado ainda em contradições que pareciam insanáveis – o regresso a Cristo, o reconhecimento da soberania de Cristo sobre a História e sobre a vida dos homens, o reencontro da humanidade com os valores cristãos e com a paz que só Cristo pode dar. Celebrada inicialmente no último domingo de outubro, esta festa acabou mais tarde por fixar-se no último domingo do ano litúrgico.
O Evangelho mostra a peculiar resposta de Deus à expetativa de Israel. Jesus é o “ungido de Deus”, o Messias-Rei enviado pelo Pai para inaugurar o reinado de Deus. Contudo, a realeza de Jesus soa estranha e paradoxal aos olhos do mundo: as armas que esse rei leva consigo são o amor e a misericórdia; a autoridade que esse rei reivindica é a do serviço simples e humilde; o trono que este rei ocupa é uma cruz onde Ele derrama o seu sangue em benefício de todos; os soldados que rodeiam esse rei são gente desarmada, que Ele irá enviar pelo mundo a anunciar o amor e a paz; os súbditos desse rei são todos aqueles que aceitam colocar as suas vidas ao serviço de Deus e dos irmãos. Decididamente, a realeza de Deus não funciona segundo a lógica dos grandes da terra.
Refrão: Vamos com alegria para a casa do Senhor.
«Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».
Excerto da mensagem do Evangelho:
«Jesus tinha proclamado esse Reino por toda a Galileia e por toda a Judeia com parábolas sublimes e com gestos de misericórdia que trouxeram uma nova esperança ao coração dos pobres, dos esquecidos, dos sem voz, dos abandonados da sociedade e da religião. De acordo com o anúncio de Jesus, o Reino de Deus é um mundo governado pelo amor sem fronteiras, pelo serviço simples e humilde, pelo dom de si próprio, pelo perdão sem limites; é um mundo onde os pobres, os sofredores, os abandonados terão sempre lugar à mesa abundante de Deus...»
A minha partilha deste fim de semana:
Quase no final do ano litúrgico, a Palavra de Deus convida-nos a lançar um olhar sobre a história dos homens e sobre aquilo que nos espera quando o nosso caminho na terra terminar. Garante-nos que caminhamos ao encontro de Deus, da vida verdadeira. A história dos homens não é uma história de perdição, mas sim uma história de salvação. É tendo diante dos olhos esse horizonte que enfrentamos a vida de todos os dias e derrotamos as dificuldades que o caminho apresenta.
No Evangelho Jesus conversa com os seus discípulos sobre o sentido da história humana. Garante-lhes que a história dos homens não terminará num fracasso: no final do caminho estará Deus para oferecer aos seus queridos filhos a salvação, a vida definitiva. Essa certeza deve proporcionar-nos a força de que necessitamos para enfrentar as crises, os abalos, as convulsões da história, até mesmo as condenações e perseguições que se apresentarão em cada curva do caminho.
Com o meu abraço na paz de Cristo.
Emília Simões
Fontes: Portal dos Sacerdotes Dehonianos
Imagens Google
A minha partilha deste Domingo:
A Basílica de S. João de Latrão é a catedral do Papa, enquanto Bispo de Roma. Construída pelo imperador Constantino, no tempo do Papa Silvestre I, foi consagrada no ano 324. Ela é chamada “a igreja-mãe de todas as igrejas da Urbe e do Orbe”; e é o símbolo das Igrejas de todo o mundo, unidas à volta do sucessor de Pedro. A Festa da Dedicação da Basílica de Latrão convida-nos a tomar consciência de que a Igreja nascida de Jesus (que a Basílica de S. João de Latrão simboliza e representa) é hoje, no meio do mundo, a “morada de Deus”, o testemunho vivo da presença de Deus na caminhada histórica dos homens.
«Como é que podemos encontrar Deus e chegar até Ele? Como podemos perceber as propostas de Deus e descobrir os seus caminhos? O Evangelho que nos é proposto na Festa da Dedicação da Basílica de Latrão responde: é olhando para Jesus. Nas palavras e nos gestos de Jesus, Deus revela-Se aos homens e manifesta-lhes o seu amor, oferece aos homens a vida plena, faz-Se companheiro de caminhada dos homens e aponta-lhes caminhos de salvação. “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9) – disse um dia Jesus a Filipe, quando este Lhe pediu que “mostrasse o Pai” aos Seus discípulos. Somos, assim, convidados a olhar para Jesus e a descobrir nas suas indicações, no seu anúncio, no seu “Evangelho”, aquela proposta de vida e de salvação que Deus nunca desistiu de nos apresentar; somos convidados a tornarmo-nos discípulos, a seguir Jesus a par e passo. Jesus é o Caminho que nos leva até Deus (“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém pode ir até ao Pai senão por Mim” – Jo 14,6). Estamos dispostos a deixarmo-nos conduzir por Jesus»?
A minha partilha deste Domingo:
O que é que está por detrás do projeto que Deus tem para os homens e para o mundo? O que é que move Deus no seu agir? As leituras que a liturgia deste dia nos propõe não podiam ser mais claras: por detrás de tudo o que Deus tem feito na história dos homens, está o seu amor: um amor que não exclui ninguém, um amor que não se deixa condicionar por fronteiras de qualquer espécie, um amor que transforma e renova todos aqueles que estiverem disponíveis para o acolher. No final da nossa peregrinação sobre a terra, espera-nos o encontro face a face com o amor de Deus. Agora e depois, sempre o amor de Deus.
No Evangelho, Lucas narra-nos a história de um homem pecador, um chefe de publicanos chamado Zaqueu. Habituado aos insultos e ao desprezo dos seus concidadãos, Zaqueu encontrou Jesus numa rua de Jericó e descobriu n’Ele o rosto do Deus que ama. Esse amor mudou-lhe o coração e a vida. Naquele dia, o Zaqueu mesquinho, egoísta, oportunista, desprezível, desapareceu. Em seu lugar apareceu um Zaqueu generoso, justo, capaz de partilhar os seus bens e de se comover com a sorte dos pobres. Foi um milagre do amor. Só o amor pode fazer milagres como este.
Evangelho de São Lucas 19,1-10
Levar a Palavra de Deus como luz para mais uma semana de trabalho, de estudo… Ao longo dos dias da semana que se segue, procurar rezar e meditar algumas frases da Palavra de Deus: “Cantai ao Senhor um cântico novo”…; “A Palavra de Deus não está encadeada”…; “Se morremos com Cristo, também com Ele viveremos”…; “Levanta-te e segue o teu caminho; a tua fé te salvou”… Procurar transformá-las em atitudes e em gestos de verdadeiro encontro com Deus e com os próximos que formos encontrando nos caminhos percorridos da vida…